Os computadores, a Internet, os jogos virtuais, os telemóveis, as mensagens instantâneas e as redes sociais virtuais são lugar-comum dos jovens de hoje. Sem estes, qualquer jovem do mundo ocidental se sente “desamparado”, chegando mesmo a sentir-se desenquadrado e inseguro, senão for “cliente” habitual destas tecnologias. Quantos jovens, ou mesmo alguns adultos, se sentem aflitos por não terem “rede”, essa coisa invisível que nos prende a mundo de comunicação e partilha.

Os computadores pessoais e internet, encontram-se, neste momento numa percentagem muito elevada dos lares portugueses. Segundo o INE, em 2007, 52% da população portuguesa tinha acesso em casa à internet. Com a implementação do programa governamental da “e-Escolas”, a partir do ano de 2008, pressupõe-se que este número tenha aumentado substancialmente. Se acrescentarmos os acessos na escola, bibliotecas e wi-fi em espaços públicos, devemos estar perto dos 90% da população com acesso à internet.

Se tivermos em conta que em Portugal existem mais telemóveis activos do que população, obtemos uma situação em que todos nós estamos de uma maneira ou de outra, interligados electronicamente. Hoje em dia o acesso à comunicação móvel, proporciona uma capacidade mais rápida de sermos ouvidos e ouvir, de expressar sentimentos, de pedir ajuda, de obter informação e também de sermos por esta via insultados, verbalmente agredidos, chantageados, coagidos e ameaçados. Uma nova via para uma atitude antiga… Se juntarmos as estas atitudes, a vantagem de acoplarmos imagens e vídeos, e de a efectuar anonimamente, abrimos um novo mundo à agressão e ao bullying, o cyberbullying.

Leia todo o artigo em http://www.leak.pt/cyberbullying/

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