Menos de metade dos pais utilizam controlos parentais nos dispositivos habilitados para internet que compraram para os seus filhos – deixando milhões de jovens potencialmente expostos a ameaças on-line, de acordo com uma pesquisa divulgada pela ESET, esta semana, no Reino Unido.

Durante o ano passado, 77% dos pais ofereceram aos seus filhos pelo menos um dispositivo que se pode ligar à Internet – porém apenas 45% das pessoas utiliza os controlos parentais disponibilizados pelo pelo sistema operativo, pelo software antivírus, ou até mesmo pelo ISP.

O estudo, realizado pela ESET, descobriu que muitos pais sentem-se “alienados” pelo mundo da tecnologia em rápida mudança.

Em geral, os pais sentem que é apropriado para as crianças utilizarem a internet sem supervisão a partir dos 10 anos, porém um em cada quatro pais admite que “nunca” falou com seus filhos sobre segurança online, com 45% indicando que achavam ser responsabilidade da escola. Metade dos pais dizem acreditar que os seus filhos escondem deles aspectos relacionados com as actividades online.

De acordo com o sistema de telemetria, ESET LiveGrid, existem cerca de 20.000 PCs únicos a reportar novas infecções, todos os dias, no Reino Unido.

“A internet é um recreio brilhante para as crianças”, afirma Mark James, Director Técnico da ESET Reino Unido. “Isto permite que elas se envolvam, explorem e aprendam – porém sem a orientação correcta dos pais, as crianças podem encontrar-se em situações perigosas com as quais poderão não saber lidar.”

“A média de idades em que os pais sentem que é apropriado para as crianças utilizarem a internet sem supervisão é de apenas 10 anos e meio. Numa idade tão jovem, é fácil ser-se enganado on-line por criminosos ou predadores, o que torna a necessidade de protecção ainda maior. ”

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