As estatísticas mostram que mais de metade das grandes empresas e um terço das pequenas e médias empresas na Europa têm preocupações de segurança quando contemplam transferir as suas operações para a nuvem. Este receio supera até a incerteza acerca da localização de dados vitais, ou mesmo problemas práticos, como eventuais dificuldades ao aceder a informação on-demand.

Outubro é um Mês de Cibersegurança Europeia, portanto importa refletir se estes receios têm ou não fundamento.
Em primeiro lugar, temos de admitir que nenhum sistema é seguro a 100% e isto aplica-se também à nuvem. Mas, para algumas empresas com menores orçamentos e recursos humanos, uma solução na nuvem pode na verdade dar origem a uma melhoria na segurança, já que o fornecedor do serviço pode possuir um maior número de recursos dedicados a proteger o sistema e a gerir eventuais brechas na segurança rápida e eficientemente.

No entanto, esta não é a regra e, apesar de a informação poder estar mais segura online, a sua utilização a nível local deve também ser gerida com cuidados. Além disso, os cibercriminosos usam as mesmas estratégias quando tentam infiltrar-se na nuvem ou em hardware local. Por isso, mesmo que os servidores na nuvem do fornecedor do serviço mostrem ser um alvo mais tentador por conterem os dados de dezenas ou mesmo centenas de empresas, isto não muda o tipo de ameaças a que está sujeito.

Resumidamente escolher nuvem tem riscos associados, mas estes podem ser mitigados se os recursos forem geridos de forma adequada.

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