A propósito do World Backup Day que decorreu ontem é fundamental abordar a questão do Ransomware, um malware que encripta ficheiros e obriga ao pagamento de um “resgate” para os desencriptar. Esta ameaça veio para ficar e, pior, está mais agressiva do que nunca.

Esta forma de ataque é uma extensão do cibercrime e na realidade está mais próxima do ciberterrorismo. Apesar do malware que efectua a encriptação de ficheiros dos utilizadores e empresas e tenta extorquir dinheiro não ser algo de novo, existem sim novas variantes muito perigosas e que estão a atacar empresas de pequena a média dimensão que já se viram privadas de aceder aos seus documentos e bases de dados de software de gestão. Ninguem está a salvo e nem tão pouco os dispositivos móveis como smartphones e tablets.

Os locais onde nos sentíamos seguros, como no trabalho ou em casa, deixaram de o ser. O ransomware já não é um problema local. Todos são alvos potenciais.

Ransomware: Uma forte tendência em 2016

Segundo as principais empresas de segurança, como a ESET, o ransomware é uma das principais ameaças atuais e irá prevalecer no futuro.

O impacto que pode ter sobre os utilizadores, impedindo-os de acederem a todas as suas informações, é algo muito sério. De facto, é um dos mais importantes incidentes de segurança, uma vez que se aproveita da inexistência de mecanismos de segurança ou de uma política de backup eficaz.

Os vetores de infecção

À semelhança do que acontece com outras famílias de malware, os cibercriminosos que apostam no ransomware, experimentam diferentes métodos de introduzirem esta ameaça no computador das vítimas como downloads, anexos de emails, infiltrações por RDP, entre outras.

Todos são um alvo

O caso de Mat Honan, um jornalista da revista Wired, ilustra bem este problema.

Em 2012, no espaço de uma hora, este jornalista perdeu toda a sua vida digital, incluindo fotografias, vídeos e documentos. Importa salientar que Mat Honan é um jornalista de tecnologia e que como tal se encontra mais bem informado do que a maioria dos consumidores.

Ponto chave: faça backup dos seus dados

Se analisarmos o caso que referimos anteriormente, percebemos rapidamente que a mensagem principal é “criem cópias de segurança dos vossos dados”. Este jornalista passou a fazê-lo de várias formas diferentes, onsite e offsite e neste momento possui quatro cópias de segurança ativas e atualizadas da sua vida digital.

Soluções de Backup StorageCraft

As soluções de Backup StorageCraft protegem as empresas em caso de desastre, através da criação de backups baseados em imagem de discos/partições de postos de trabalho ou servidores.

Ao proteger toda a informação nos discos/partições, o ShadowProtect evita em caso de desastre tempos de paragem que podem representar um dano financeiro enorme às empresas, independentemente da sua dimensão.

Na prática, basta realizar um backup de imagem integral do disco/partição e configurar a periodicidade que quiser para fazer os backups incrementais (podendo ser no mínimo de 15 em 15 minutos). Não necessita de se preocupar com ficheiros abertos ou bases de dados em execução uma vez que o ShadowProtect utiliza tecnologia de snapshot via VSS.

Caso ainda não esteja familiarizado com a StorageCraft e os restantes benefícios do ShadowProtect, clique aqui.

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