O cibercrime estabeleceu-se como um elemento permanente no século XXI, sendo que o número de incidentes e de vítimas continua a aumentar a um ritmo muito elevado. Esta é uma das principais conclusões do novo estudo da Europol, que afirma que este “crescimento contínuo” está a ser alimentado por um aumento no número de cibercriminosos e pelas oportunidades altamente lucrativas que eles procuram explorar.

O 2016 Internet Organised Crime Threat Index indica que o cibercrime se tornou um problema tão grave em alguns países europeus que pode ter ultrapassado as formas de crime tradicionais, no que diz respeito ao número de incidências.

Segundo Steven Wilson, Diretor do Centro de Cibercrime da Europol, “as ameaças como o ransomware continuam a crescer e estão a expandir-se para diversas áreas como a saúde. A Europol assistiu também ao desenvolvimento de malware que visa atacar as redes ATM.

O relatório destaca também algumas ameaças muito importantes, para as quais indivíduos e organizações devem estar conscientes. Nestas inclui-se o cibercrime como serviço, que é uma forma mais elaborada de se desenvolverem atividades relacionadas com o cibercrime e o ransomware que deverá continuar a assombrar utilizadores e empresas no futuro.

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