Google explica como evitar malware no Android

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Se tem um smartphone Android, então deve mesmo apostar apenas no Google Play para instalar as suas aplicações. Isto é muito importante se quiser diminuir o risco de acabar na mira de criminosos que propagam malware, de acordo com as conclusões de um novo estudo da Google.

Embora seja pouco provável que isto vá assustar muito os utilizadores, vale a pena examinar os dados subjacentes e que estão disponíveis no novo relatório de transparência de segurança do ecossistema Android.

A Google afirma que apenas 0,09% dos dispositivos equipados com sistema operativo Android que instalaram aplicações a partir do Google Play em 2017 foram comprometidos com pelo menos um PHA (Potentially Harmful Application), que é o termo da Google para malware destinado a dispositivos móveis.

Este número caiu ainda mais, para 0,08%, nos três primeiros trimestres de 2018.

No entanto, os dispositivos que instalaram aplicações de fora da loja oficial da Gooogle, estiveram muito mais propensos a “contrair” um PHA – 0,82% em 2017 e 0,68% nos primeiros nove meses de 2018.

“Os dispositivos Android que utilizem apenas aplicações descarregadas a partir do Google Play têm 9 vezes menos hipóteses de acabarem com um PHA do que dispositivos que descarreguem aplicações de outras fontes”, afirma o estudo da Google.

O relatório aborda a frequência com que uma análise de rotina a todos os dispositivos do Google Play Protect detecta um dispositivo com PHAs instalados”. Integrado em todos os dispositivos Android, o Google Play Protect “analisa mais de 50 mil milhões de aplicações diariamente, dentro e fora do Google Play”, afirma o gigante da tecnologia.

Outra descoberta importante que sai do relatório é que quanto mais antiga for a versão do Android, mais provável é que seja comprometido por malware. Este tem sido o caso, especialmente desde que o Android Lollipop (5.x) foi lançado em novembro de 2014, com a taxa de PHA a cair consistentemente de 0.66% para essa versão e 0.06% no Pie (9.x), lançado em agosto de 2018.

“As versões mais recentes do Android são menos afetadas pelos PHAs. Atribuímos isso a vários fatores, como o reforço contínuo da plataforma e da API, as atualizações de segurança contínuas, a segurança das aplicações e a experiência dos utilizadores em reduzirem o acesso das aplicações a dados confidenciais ”.

Ainda acerca deste relatório importa salientar que a parcela de dispositivos que executam uma das duas versões mais recentes do Android – Oreo (8.x) e Pie – permanece baixa, conforme mostrado pelos dados da própria Google em 26 de outubro de 2018.

Entretanto, quase um em cada três dispositivos com Android executam o Lollipop ou uma das versões mais antigas da plataforma.

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