Nova versão do Chrome remove anúncios de sites abusivos

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A medida é parte do contínuo controle do Google sobre anúncios destinados a enganar os utilizadores

O Chrome 71, com lançamento previsto para dezembro próximo, virá com proteções embutidas aprimoradas destinadas a proteger os utilizadores contra publicidade prejudicial, de acordo com Vivek Sekhar, gestor de produto do Google.

Utilizando um recurso denominado de filtragem de sites abusivos, a nova versão do browser mais popular do mundo removerá todos os anúncios (ou seja, não apenas os ofensivos) de websites com “experiências persistentes abusivas”. Essas práticas envolvem principalmente anúncios enganosos que induzem os utilizadores ao clique, que tentam passar por alertas de sistema ou botões de “encerramento” que, no entanto, são tudo menos isso.

Outras práticas de sites fraudulentos que o Google pretende incluir com o Chrome 71 incluem o uso de scroll bars, botões, links ou áreas normalmente não clicáveis ​​que, quando clicadas, levam a anúncios sem o conhecimento do utilizador e podem ser mais do que “apenas ” um aborrecimento.

Os golpistas também podem implementar anúncios enganosos e elementos de página com o objetivo de roubar os dados pessoais dos usuários, inclusive enganando-os na divulgação dos dados. A lista completa – e nada pequena – de comportamentos classificados pelo Google como abusivos está disponível aqui.

Esta medida trata-se de mais uma interação nos esforços contínuos do Google para banir os comportamentos indesejados dos sites. Em novembro de 2017, o Google anunciou um conjunto de proteções para bloquear “pop-ups e solicitações de novas janelas de sites com certas experiências abusivas, como redirecionar páginas”, com as proteções lançadas dois meses depois.

Os administradores de websites podem usar a ferramenta Abusive Experiences do Google para verificar se o website deles contém algum desses anúncios ofensivos. Se assim for, eles terão um período de carência de 30 dias para colocar as coisas em ordem.

“Proteções mais fortes garantem que os utilizadores possam interagir com o conteúdo pretendido na Web, sem que experiências abusivas atrapalhem”, disse Sekhar.

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